Cuidando da natureza e fazendo a diferença no planeta

Conheça as ações de sustentabilidade da APEPI

Produzir mais sem comprometer os recursos naturais. O grande dilema dos nossos tempos não é um desafio para a APEPI. Pelo contrário, para plantar cannabis na maior fazendo do ramo no Brasil, nada mais adequado do que o modelo agroecológico e a recuperação ambiental. A responsabilidade socioambiental é um compromisso de mais de 10 anos da Associação. Conheça as boas práticas ambientais da APEPI que estão fazendo a diferença na saúde do planeta e na sua.


Reflorestando e preservando a Mata Atlântica


A Fazenda Sofia Langenbach fica em Paty do Alferes (RJ), uma região com relevante histórico agrícola. Desde que se tornou a sede campestre da APEPI, o local passou por um processo de recuperação ambiental. Um longo caminho de reflorestamento que começa a dar os primeiros frutos. 


Atualmente são cerca de 2.300 árvores nativas replantadas. As primeiras mudas cultivadas em 2021 já se tornaram frondosas árvores. Um bom exemplo são os guapuruvus, plantado em setembro daquele ano, e que hoje exibe seu longilíneo tronco. O crescimento das áreas de reflorestamento demonstra o sucesso da recuperação da biodiversidade local.


Outros exemplos de espécies plantadas são o angico, jacarandá, pau-ferro e o mulungu, uma espécie reconhecida por importantes propriedades medicinais. Reflorestar e recuperar o ecossistema local serve não só para melhorar o clima global, como também ajuda o melhor desenvolvimento do cultivo de cannabis promovido pela APEPI, livre de agrotóxicos. 


Plantio agroecológico da APEPI


O grande pilar do cultivo da APEPI é o modelo agroecológico. O cultivo agroecológico está centrado na preocupação com os fluxos de energia, as interações entre espécies e a ciclagem de materiais. Além disso, também aborda as mudanças nas práticas de produção agrícola e as pressões sobre os sistemas agrícolas causadas por fatores externos à agricultura.   


Para isso, o cultivo agroecológico da APEPI busca o equilíbrio com o ambiente e o uso mínimo de insumos externos. No lugar de fertilizantes sintéticos e pesticidas, a APEPI privilegia a utilização de insumos ecológicos, com ciclos de nutrientes locais, sucessão ecológica e reaproveitamento ecológico. Nada se perde, todo material orgânico se transforma em matéria-prima para reiniciar o ciclo da vida.


Do mesmo modo, a APEPI privilegia a diversidade e harmonia de espécies vegetais. Dentro da área de cultivo, além da cannabis, há canteiros consorciados com hortaliças e plantas companheiras. A parceria entre as espécies ajuda a atrair insetos benéficos, que ajudam a proteger as plantas de pragas e formam uma incrível barreira de controle biológico. Quando o ecossistema está forte, a natureza se protege e nos devolve o seu melhor.


Devolvendo os recursos que a natureza nos dá


Como vimos, a Fazenda Sofia Langenbach utiliza insumos naturais com recursos reutilizados. Esse processo ajuda a reincorporar os minerais fundamentais ao solo. É o caso do cálcio, que volta para o solo com a compostagem de cascas de ovos processadas naturalmente. Este processo dá origem ao WCA (cálcio solúvel em água, do inglês, water soluble calcium).


Do mesmo modo, os resíduos da alimentação geram um biofertilizante sustentável rico em nitrogênio e outros compostos fundamentais para a saúde das plantas. No geral, o emprego desses biofertilizantes permite incrementar a qualidade do solo e acelerar os ciclos naturais dos minerais da terra, sem o uso de agrotóxicos ou insumos que prejudiquem a sustentabilidade.


Até mesmo o próprio resíduo das plantas que geram os óleos de cannabis e a pomada CBD plus passam por compostagem. Raízes, caules, folhas da cannabis e até inflorescências (buds) já processadas, passam por compostagem e voltam para o solo em forma de adubo orgânico. É o ciclo da vida se renovando.


O reaproveitamento de insumos não é apenas uma necessidade da Fazenda Sofia Langenbach. É um compromisso que norteia a APEPI. Dessa forma, a sede administrativa da APEPI, em Botafogo-RJ, também participa do processo. Isso porque os resíduos de alimentos descartados na sede também são reaproveitados para virar insumo natural, por meio da parceria com a Ciclo Orgânico Compostagem.


Valorizando o saber ancestral para fazer a diferença


Promover o cultivo sustentável e apoiar pesquisas com cannabis é unir o saber ancestral que atravessa diversas culturas ao longo dos séculos com a ciência moderna. A APEPI planta maconha para democratizar tratamentos medicinais com a planta e mantém firme o seu compromisso com a natureza. Os estudos mais recentes indicam forte planta é uma das culturas com maior potencial para retirar dióxido de carbono (CO2) da atmosfera, um dos gases causadores do efeito-estufa. Além disso, a cannabis ajuda a recuperar solos degradados. O uso industrial do cânhamo também aparece como uma alternativa sustentável para a indústria têxtil a construção civil.




Conheça outras iniciativas da APEPI que estão fazendo a diferença

Óleo de THC: alternativa medicinal e estratégia de redução de danos